Jorge Pinto prefere "mil vezes ser conhecido pela honestidade"
António Filipe distribuiu cravos e apelou ao voto
Catarina Martins acusa adversários de não terem ideias para o país
Cotrim acredita que conseguirá mais de 20 por cento dos votos
Gouveia e Melo alerta para risco de Ventura ser presidente
Seguro foi ao Bolhão e contou com apoio do antigo CEO do SNS
Marques Mendes diz que é o único que pode vencer Seguro
Ventura: "O que vão fazer IL e PSD na segunda volta?"
Jorge Pinto aponta Gouveia e Melo como exemplo de candidato à 2.ª volta que defende Constituição
Em declarações aos jornalistas na Estação de Santa Apolónia, em Lisboa, Jorge Pinto insistiu que percebe os eleitores que, por medo de uma segunda volta entre André Ventura e João Cotrim Figueiredo, votarão noutra candidatura que não a sua, acrescentando que "não é ninguém para julgar" os eleitores.
Questionado sobre em quem devem votar esses eleitores com medo, o candidato presidencial Jorge Pinto argumentou que "depende da sondagem que acreditarem mais", porque também isso está em jogo na decisão das pessoas, mas frisou antes que o "único apelo que faz na primeira volta" é ao voto na sua candidatura.
O candidato a Belém apoiado pelo Livre pediu às pessoas que "oiçam quem quer defender a Constituição" nestas eleições e percebam como o farão, tendo apontado Henrique Gouveia e Melo como exemplo, após ser questionado sobre que nomes com hipóteses de segunda volta dão garantias de respeitar a lei fundamental.
"No debate comigo, o próprio Henrique Gouveia e Melo disse que iria defender a Constituição de uma maneira até mais aguerrida do que outros candidatos disseram. Há vários candidatos, eu não me arrogo no único defensor da Constituição, mal seria e mal estaria o país", afirmou.
Esta semana, Jorge Pinto já tinha frisado que outras candidaturas, em particular a de António José Seguro, estava a "ficar desperta" do risco de revisão constitucional, afirmando que essa posição "já mostra bem a validade" da candidatura a Belém.
Jorge Pinto fez também um balanço da sua campanha, dizendo-se feliz com um sentimento de "missão cumprida e de consciência tranquila" por ter "conseguido cumprir o que disse no primeiro dia" em que anunciou a candidatura.
O candidato sublinhou que o próximo chefe de Estado enfrentará muitas dificuldades e disse que "não desiste do país, nem tem medo de falar de amor, de empatia, de entreajuda".
"Dizer que este Portugal do ódio que nos querem aí vender não é o Portugal ao qual nós estamos condenados. E assim sendo, esta candidatura valeu muito a pena e é apenas o início. Porque dia 19, cá continuaremos para fazer esta política otimista, mas também para fazer barreira e lutar em defesa do nosso país, desde logo, como tenho dito imensas vezes, para defender a nossa Constituição e a nossa República", resumiu.
Pureza admite que resultado de Catarina Martins será importante para futuro do BE
O coordenador do BE, José Manuel Pureza, admitiu hoje que o resultado de Catarina Martins será importante para medir o futuro do partido, justificando que a campanha da candidata reflete também o projeto político do Bloco.
Durante uma visita ao Mercado Municipal de Guimarães, em que acompanhou a candidata às eleições presidenciais de 18 de janeiro, o líder do BE foi questionado se o resultado de Catarina Martins no domingo será importante para medir o futuro do partido.
"Sempre disse que sim, que o resultado desta candidatura é importante, porque dará força àquilo que é a nossa luta por um país mais justo", respondeu.
Segundo José Manuel Pureza, a candidatura de Catarina Martins, bem como a campanha que tem desenvolvido ao longo das últimas semanas, reflete o projeto político do BE e dá-lhe força.
"Por isso, é muito importante que esta candidatura tenha força e que essa força seja depois respeitada e assumida por quem quer que seja. O BE seguramente o fará", acrescentou.
Marques Mendes diz que circunstâncias exigem presidente "mais ativo"
“O Parlamento nunca esteve dividido como está hoje. São circunstâncias novas e exigem um presidente mais ativo”, nomeadamente devido à situação internacional, “a pior de sempre desde a Segunda Guerra Mundial”, considerou.
Marques Mendes defendeu que “é preciso fazer pontes de entendimento” e realçou que a sua vida foi passada a fazê-lo.
Marcelo prevê missão "mais difícil" para o sucessor e defende dia de reflexão
“Hoje, a velocidade do tempo na política é tal” que, perante a “imprevisibilidade enorme” a política se torna “mais difícil”, declarou o presidente.
“Isso torna a política mais difícil, torna as decisões económicas e sociais mais difíceis, obriga as pessoas (…) a terem preocupações maiores do que tinham antigamente”, explicou.
Portanto, para o próximo presidente será “mais difícil a tarefa que ele tem do que aquela que eu tive”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.
Questionado sobre o dia de reflexão, o presidente da República considerou que este continua a ser importante.
“Eu acho que sim. Eu sei que há muita gente que pensa que não deve haver dia de reflexão e que, terminada a campanha deve votar-se imediatamente”, afirmou.
Para o chefe de Estado, “a vantagem do dia de reflexão é as pessoas (…) poderem respirar, poderem pensar noutras coisas das suas vidas e haver uma distensão”.
Gouveia e Melo garante que nunca será "um peão do Governo"
“Eu não concorro contra ideologias, eu concorro contra pessoas e o que elas representam”, declarou o candidato independente aos jornalistas.
“O que quero é unir os portugueses, dar confiança” numa altura em que o mundo está “conturbado”, explicou, acrescentando que “está por dias uma ação no Irão”.
“Em termos do que é a estabilidade governativa, eu nunca serei um peão do Governo, mas também não serei uma oposição ao Governo”, prometeu, considerando que “estamos outra vez numas legislativas disfarçadas”.
Fernando Araújo na campanha de Seguro
“É um apoio importante porque é uma referência na área da saúde e tem demonstrado como é possível organizar e fazer uma gestão diferente dos recursos públicos”, disse o candidato socialista.
“Naturalmente fico muito feliz com a presença do Fernando Araújo aqui”, acrescentou.
"Cada eleitor é dono do seu voto", vinca António Filipe
O comunista lembrou que, independentemente das sondagens, “cada eleitor é dono do seu voto e tem a possibilidade, no domingo, de votar de acordo com a sua consciência”.
O candidato considerou que a campanha “correu bem” e de acordo com as suas “melhores expectativas”.
Catarina Martins promete ser "a voz fundamental" para defender portugueses
Uma delas é “acreditarmos numa democracia de iguais, em que podemos viver melhor”, e a outra é “sabermos que uma presidente da República pode ser a voz fundamental neste momento para defender os salários, as pensões, o acesso à saúde e habitação, as escolas com professores, uma economia qualificada”.
“Mesmo na reta final desta campanha, em que há tantos candidatos a fazer contas, mas que todos somados não têm uma ideia para o país, que no domingo as pessoas vão votar por quem as defende”, acrescentou a bloquista.
Emigrantes portugueses nos EUA relatam dificuldades em votar
Na Costa Oeste, os emigrantes recenseados terão de se deslocar ao Consulado-Geral de Portugal em São Francisco, na Califórnia, para poder exercer o direito de voto presencial, tendo de percorrer em muitos casos cerca de 600 quilómetros. A sua jurisdição abrange 13 estados: Califórnia, Alasca, Arizona, Montana, Idaho, Wyoming, Colorado, Havai, Utah, Nevada, Washington, Oregon e Novo México, além de territórios do Guam, Samoa Americana e Ilhas da Micronésia.
Mas é na Califórnia que reside o maior número de portugueses e luso-americanos e, tendo em conta a dimensão do estado, a situação está a deixar muitos emigrantes frustrados, segundo relataram à Lusa.
"Para mim falar de eleições é falar de direito ao voto, mas quando o voto presencial é um requisito das eleições presidenciais eu sinto que esse direito é quase impossível de exercer", disse à Lusa Nuno Duarte Silva, emigrado desde 2012 em Santa Mónica.
"Para um português que viva na área metropolitana de Los Angeles, significa uma viagem de carro de sete horas e meia até ao consulado em São Francisco. Ou então ir de avião", indicou. "As duas opções são dispendiosas e não estão ao alcance de qualquer um".
O português referiu que a distância é de cerca de 600 quilómetros e seria o equivalente a obrigar lisboetas a votar em Madrid ou algarvios a ir a uma urna de voto no Porto.
"Idealmente deveria haver a opção do voto por correio tal como existe nas eleições parlamentares", sugeriu Nuno Duarte Silva. "Honestamente, não percebo porque essa opção não é possível para estas eleições".
Anita Rocha, que se mudou para o sul da Califórnia há 10 anos, nunca foi votar presencialmente a São Francisco. "É uma viagem longa de carro e dispendiosa se for de avião", disse, apontando que isso implica marcar estadia num hotel.
"Não consigo entender porque não poderia ser possível votar por correio como fizemos nas legislativas", questionou.
O engenheiro eletrotécnico Nelson Abreu poderá fazer a viagem para votar, mas apenas na segunda volta e aproveitando a deslocação para uma mini fuga de fim-de-semana com a mulher.
O português chegou mesmo a pedir um orçamento para um autocarro que pudesse levar vários cidadãos ao consulado e facilitar o voto, mas o custo revelou-se demasiado elevado: cerca de 2.000 euros.
Para Sara Ortins, que tem uma criança pequena, deslocar-se ao consulado-geral é difícil devido à distância e ao custo e a portuguesa não conta votar nesta eleição.
"Se houver no futuro voto eletrónico, será o melhor para nós e uma opção mais plausível", indicou. "Não havendo, não sei se vamos conseguir votar tão cedo numas presidenciais".
Nas eleições presidenciais de 2021, a abstenção entre os eleitores portugueses recenseados no estrangeiro ascendeu aos 98,12%, um valor mais elevado que nas eleições de 2016 (95,3%), o que foi atribuído ao aumento do universo devido ao recenseamento automático.
Nos atos eleitorais anteriores para escolha do Presidente da República, desde que foi estabelecido o voto emigrante para as presidenciais, em 2001, a abstenção foi sempre superior a 90%.
"Não basta terem o voto no coração e na cabeça", lembra Seguro
O socialista acrescentou que a sua é “a única candidatura moderada que está em condições de continuar a defender a democracia, as reformas dos pensionistas, o Estado social, a saúde. É a única candidatura que pode vencer o extremismo e o radicalismo”.
Afirmando que as pessoas já lhe fazem sugestões para a Presidência da República, Seguro vincou que é necessário que a "simpatia" e "esperança" seja "concretizada e que cada portuguesa e cada português vá votar no próximo domingo".
"Só serei presidente se a maioria dos portugueses votarem em mim. Tenho essa confiança, muita confiança", afirmou.
Emigrantes poderão ter peso maior nestas eleições, dizem especialistas
"O voto da emigração poderá não fazer a diferença, mas poderá ser importante, porque quanto menor é a diferença nas intenções de voto dos candidatos, maior evidentemente é a possibilidade de um reduzido número de votos fazer a diferença", disse à Lusa o politólogo António Costa Pinto.
Nas últimas presidenciais (2021), votaram apenas 29.153 (1,88%) dos 1.549.380 emigrantes inscritos para este escrutínio, que reelegeu Marcelo Rebelo de Sousa.
Os portugueses que residem no estrangeiro apenas podem votar presencialmente nas eleições presidenciais, o que representa dificuldades acrescidas, dadas as grandes distâncias que em alguns casos têm de percorrer.
O historiador e investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) ressalva as diferenças entre as eleições legislativas e as eleições presidenciais, no que diz respeito à participação dos emigrantes.
"Os emigrantes estão representados na Assembleia da República e, portanto, os partidos têm uma capacidade de mobilização maior junto da comunidade emigrada, enquanto as eleições presidenciais são unipessoais e não têm constituição da emigração.
E prosseguiu: "Uma parte dos candidatos nem sequer faz campanha eleitoral na emigração, enquanto nas legislativas isso é sempre feito".
Para António Costa Pinto, as eleições que se disputam no domingo são "relativamente excecionais", dado contarem com um número de candidatos muito elevado, um número de candidatos de partido muito elevado e, eventualmente, duas voltas.
Nestas circunstâncias, referiu, existe uma maior possibilidade de "um reduzido número de votos fazer a diferença".
Jorge Malheiros, geógrafo e especialista na área da emigração, ressalva um aspeto interessante nestas presidenciais, cuja primeira volta se realiza no domingo: "Cinco candidatos aparecem separados por valores relativamente reduzidos nas sondagens. Pode acontecer que o voto da emigração seja mais determinante do que noutros casos".
E explica que isso se deve ao facto de, "como as diferenças são pequenas, pode acontecer que sejam os votos dos emigrantes aqueles que vão contribuir para que um candidato que, por exemplo, tenha menos votos no território nacional, possa, com os votos da emigração, passar para uma posição que lhe permita chegar à segunda volta".
"Ao contrário de outras eleições, nestas presidenciais os votos dos emigrantes podem ter um peso maior no processo de decisão", acrescentou.
Cotrim já formalizou queixa contra Inês Bichão
“Votar em Gouveia e Melo, votar em André Ventura ou votar em Marques Mendes é eleger António José Seguro”, disse aos jornalistas.
Explicando que quer ser um presidente “essencialmente mobilizador”, o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal afirmou que acredita “muito na força e na capacidade dos portugueses”, que neste momento “está sufocada, amarfanhada e limitada”.
“Quero inspirá-los a mostrar tudo o que sabem e conseguem fazer”, acrescentou.
O liberal falou de “um apoio internacional importante” do qual ainda não tem a certeza mas que, a confirmar-se, poderá usar como “trunfo” antes do dia de eleições.
Conheça o perfil e os ideais dos candidatos
Mariana Leitão garante que nunca houve queixa ou denúncia de assédio sobre Cotrim Figueiredo
Mariana Leitão, que entrou pela segunda vez na campanha oficial de Cotrim Figueiredo, considerou que é importante não ceder a manobras.
Na segunda-feira, Cotrim Figueiredo foi confrontado com uma denúncia de assédio sexual por parte de uma ex-assessora parlamentar da IL, o que negou, revelando que iria avançar com uma queixa-crime por difamação.
Entretanto, já hoje, a ex-assessora Inês Bichão, em comunicado enviado à agência Lusa, adiantou que a publicação sobre um alegado assédio sexual visando Cotrim Figueiredo foi difundida sem o seu consentimento, acrescentando que "a veracidade dos factos" envolvendo o candidato presidencial será apurada nos tribunais.
Além disso, Inês Bichão revelou que os factos em causa foram reportados em sede interna no decurso de 2023, mas Cotrim Figueiredo garantiu não ter tido qualquer conhecimento disso, assim como Mariana Leitão.
Nessa sequência, e questionado sobre o tema, o antigo líder da IL acusou a comunicação social de ser "culpada e cúmplice" pelo destaque dado ao tema.
Também Mariana Leitão não poupou críticas aos jornalistas, lamentando que "a comunicação social em busca de polémicas gratuitas se tenha demitido de fazer o seu trabalho mais básico".
Nesse momento, os cerca de 500 apoiantes presentes na sala aplaudiram e gritaram "Cotrim, Cotrim, Cotrim" enquanto agitavam bandeiras de Portugal.
"É lamentável que a política tenha chegado a este ponto, ao ponto em que a calúnia fácil, mesmo sobre matérias graves, sem qualquer tipo de evidências ou provas passa a ser tomada como facto consumado", assinalou.
Afirmando que está a seu lado, a liberal assegurou que não vão conseguir travar Cotrim Figueiredo com "manobras baixas e movimentações nas sombras que procuram manter Portugal refém dos interesses instalados, nomeadamente dos instalados de sempre".
Segundo Mariana Leitão, as eleições de domingo são demasiado importantes para se alimentarem de falsidades.
"E todos nós temos responsabilidade, o político que é escrutinado tem a responsabilidade de dizer a verdade, mas quem leva as informações às pessoas também tem a responsabilidade de verificar factos e não disseminar mentiras", insistiu.
Domingo com frio e sol na generalidade do território
De acordo com Paula Leitão, meteorologista do IPMA, para domingo estão previstas temperaturas muito baixas, aguaceiros fracos, mas apenas no interior e durante a madrugada, alguma nebulosidade, mas tempo seco na maior parte do território.
"Hoje e amanhã [sábado] continuamos com aguaceiros. Hoje ainda pode haver trovoadas e granizo, principalmente nas regiões do litoral durante a manhã. Amanhã [sábado] também há condições para ocorrer granizo", referiu.
Segundo a meteorologista, está também previsto para hoje e sábado, queda de neve nos 1.200 metros de altitude, tendo sido emitido aviso amarelo.
"No domingo, vamos ter um dia com menos nebulosidade, no entanto haverá alguma nebulosidade na região do interior sul durante a madruga e pode haver alguma neve na Serra de São Mamede e em alguns pontos mais altos, e aguaceiros menos frequentes, mas a maior parte do território terá céu pouco nublado ou mesmo limpo", disse.
Também no domingo, o vento vai soprar do quadrante norte, sendo mais intenso na faixa costeira, acentuando a sensação de frio.
Quanto às temperaturas, a meteorologista adiantou que vão estar bastante baixas com previsão de uma mínima de -3 e uma máxima de 09 para Bragança, Porto entre 03 e 12 de máxima, Lisboa entre 05 e 12, no Alentejo entre 03 e 12 e Faro uma máxima de 14 graus.
"Assim, vamos ter uma madrugada de domingo fria em alguns locais com nevoeiros e com possibilidade formação de gelo ou geada, um dia de sol com vento a soprar de norte sendo mais intenso na faixa costeira", disse.
As eleições presidenciais realizam-se no domingo e concorrem 11 candidatos, um número recorde. Caso nenhum consiga mais de metade dos votos validamente expressos, realizar-se-á uma segunda volta em 08 de fevereiro entre os dois mais votados.
Os candidatos são Henrique Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira.
O vencedor deste sufrágio vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o seu mandato em março.
Presidenciais: Campanha termina hoje com maioria dos candidatos em Lisboa
Também pela região de Lisboa vai andar Henrique Gouveia e Melo, que pela manhã vai ao mercado de Benfica e à Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa Deficiente, na Amadora, e, durante a tarde, visita o Museu Paula Rego, em Cascais, faz uma viagem no 'comboio da esperança' e termina a campanha com um comício de encerramento no Pátio da Galé, em Lisboa.
O candidato apoiado pelo PSD-CDS/PP Marques Mendes começa o dia em Sintra, onde vai contactar com a população no mercado municipal, estando depois em Lisboa para almoçar com mulheres na Cervejaria Trindade e para um encontro com apoiantes na Gare Marítima da Rocha de Conde de Óbidos. Termina a campanha com um encontro com a juventude em Algés.
O presidente do Chega e candidato André Ventura vai terminar a campanha com a tradicional descida do Chiado, às 14h30, e com um comício de encerramento de campanha em Lisboa.
Também o candidato apoiado pelo PCP António Filipe vai fazer o desfile em Lisboa, às 17h45, com início no Largo do Carmo, numa ação que terá a participação do secretário-geral do partido, Paulo Raimundo, mas, de manhã, vai estar ainda na Baixa da Banheira e à noite tem um comício com apoiantes em Loures.
Jorge Pinto, apoiado pelo Livre, faz hoje uma viagem de comboio entre Porto e Lisboa e termina a campanha com uma festa-comício na capital, que contará com presença do co-líder do Livre Rui Tavares e da deputada Isabel Mendes Lopes.
Pelo Norte do país vai andar a candidata apoiada pelo Bloco de Esquerda Catarina Martins para visitar o mercado de Guimarães, as oficinas da EMEF Guifões, em Matosinhos, e fazer o jantar de encerramento no Porto.
Também João Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, vai visitar o mercado de Guimarães meia hora antes de Catarina Martins, deslocando-se depois a Braga para visita a fabrica da Trimalhas e fazer um jantar-comício.
Concorrem também às eleições presidenciais de domingo o pintor Humberto Correia, André Pestana e o músico Manuel João Vieira, num total de 11 candidatos, um número recorde.
O vencedor deste sufrágio vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o seu mandato em março.
Caso nenhum dos candidatos tenha maioria absoluta, haverá uma segunda volta em 8 de fevereiro, à qual concorrerão apenas os dois candidatos mais votados.